Quando
se trata de cemitério, muita gente imagina um lugar onde a morte prevalece.
Além disso, as palavras “assombrado”, “maldito”, “demoníaco” e “possessivo” são
geralmente associadas a esses lugares. E convenhamos: a literatura e o cinema
têm ajudado e muito a passar esta imagem das necrópoles. Pelo menos, se eles
não ajudam as pessoas a terem simpatia pelos cemitérios, nos dão boas histórias
e grandes sustos. Confira alguns títulos indispensáveis:
“O
Cemitério”, de Stephen King: Uma família se muda
para uma pequena cidade e descobre um “Simitério” de animais nos fundos do
terreno. O que eles não sabem – mas descobrirão em breve, da pior maneira
possível – é que além dos túmulos de saudosos bichinhos de estimação, existe um
local que fora usado para sepultamentos indígenas e que tem poderes para
ressuscitar pessoas. O problema é que quem atravessa a linha da morte e volta
não retorna igual ao que era. Retorna terrivelmente pior. O livro fez tanto
sucesso que foi adaptado para o cinema, surgindo assim o clássico de terror
“Cemitério Maldito”, seguido de “Cemitério Maldito 2”.
A
Noite dos Mortos Vivos / A Volta dos Mortos Vivos: O
primeiro foi um clássico de 1968, em que um bando de mortos vivos cerca algumas
pessoas em uma pequena casa no meio do nada. Já o segundo, mistura terror com
comédia e inicia uma série de cinco filmes sempre com mortos saindo dos túmulos
e atacando humanos indefesos e... com todo o respeito, burros!
O
Rei Leão: Em uma das melhores cenas do longa de
animação, Simba e Nala quase morrem. Detalhe: eles estão no Cemitério de
Elefantes, local proibido para eles, por se tratar do território das hienas.
Lost:
Quando os sobreviventes do voo 815 da Oceanic viram que não poderiam enterrar
todos os que não resistiram a queda do avião, cremaram os corpos – depois de
uma emocionante cerimônia improvisada. Com o passar dos episódios e as mortes
de outros personagens, eles providenciaram um cemitério na ilha. E o lugar não
ficou com fama de mal assombrado, não. Os sobreviventes se refugiavam lá para
matar a saudade dos entes queridos ou, simplesmente desabafar quando estavam
angustiados, afinal, passar as seis temporadas da série em uma ilha não deve
ter sido fácil.
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