Lendas
não voltam no Bonfim, cemitério mais famoso de Belo Horizonte. A principal
delas surgiu na década de 1940: a Loira do Bonfim.
Conta
a lenda que a loira – muito bonita, por sinal, percorre as ruas do centro da
capital tentando atrair a atenção de motoristas. Geralmente, se oferece para
programas sexuais, mas pode também, simplesmente, pedir carona.
Sempre
que encontra alguém disposto a ajudá-la, a loira solicita que a levem ao bairro
do Bonfim. Próximo ao cemitério, pede para descer e desaparece.
A
lenda se aproxima de outras bem conhecidas como a da Loira do Banheiro e da
Mulher de Branco.
Enquanto
a primeira aparece, óbvio, em banheiros, a segunda também percorre estradas
atrás de carona. A diferença entre as três está na forma de abordagem e nas
consequências.
Enquanto
a Loira do Bonfim – segundo relatos de quem acredita na lenda – não fere
ninguém (simplesmente pede carona e desaparece logo depois), as outras duas podem
ser mortais.
Com
muitas variações, a mais aceita para a Loira do Banheiro é de era ela uma
menina que, ao matar aula no banheiro da escola, escorregou, caiu, bateu a
cabeça e morreu. A partir daí, passou a
assombrar pessoas em diversos banheiros – mesmo os de casa. Há ainda uma versão
em que se é possível invocá-la. Quer tentar? É fácil: basta chutar o vaso
sanitário três vezes, dar descarga e dizer em voz alta: “Maria Sangrenta” (pode
ser também “Sangue de Maria” ou, na versão em inglês “Bloody Mary”). Algumas
versões incluem chumaços de cabelo e uma tesoura sobre o ralo do banheiro durante
o ritual. Depois disse é só aguardar – e rezar – pois os estragos causados por
ela podem ser fatais.
Já
a Mulher de Branco é uma mulher que foi traída pelo marido e, no desespero,
cometeu suicídio. Ela passa então a vagar por estradas escuras pedindo carona.
Quando recebe ajuda – seja de homem ou mulher – ela procura saber se a pessoa é
infiel, caso seja, ela mata, sem remorsos.
Embora
sejam consideradas lendas, muita gente afirma que as famosas mulheres citadas
acima existem de verdade e que é bom
andar prevenido – seja nas estradas, portas de cemitérios ou mesmo no banheiro.
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